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Brasil, Igreja, Notícias gerais › 03/09/2015

Papa pede que se reze pelos catequistas no mês de setembro

 

“Catequistas devem dar testemunho coerente da fé que anunciam

Neste mês de setembro, uma das intenções de oração do Papa Francisco é pelos catequistas: “Pela evangelização: Catequistas, testemunhas da fé – para que a vida dos catequistas seja um testemunho coerente da fé que anunciam”. O Santo Padre enfatiza a importância do testemunho destes que têm um papel tão importante na formação dos cristãos, especialmente na infância.

Em 2013, no Congresso Internacional de Catequese, o Pontífice se dirigiu aos catequistas ressaltando que a função é na verdade uma vocação. “Ajudar as crianças, os rapazes, os jovens, os adultos a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educativas mais belas, constrói-se a Igreja! ‘Ser’ catequistas!”.

E completou lembrando que não se trata de fazer, mas de ser, porque envolve vida, testemunho. “Conduz-se ao encontro de Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho. ‘Ser’ catequistas requer amor, amor sempre mais forte por Cristo e amor pelo seu povo santo.” O Papa ainda recordou aos catequistas uma frase que São Francisco dizia aos seus confrades: “Pregai sempre o Evangelho, e se for necessário, use palavras”, reforçando como é importante o exemplo dado.

Maria Helena Lobato é catequista há 60 anos e entendeu bem isso. Ela diz que o trabalho que realiza na Igreja é o de “apresentar Jesus para as crianças, levá-las a ter uma experiência com Jesus, a conhecer a doutrina católica, para que possam ser bons cristãos”.

Dar catequese, para ela, que também é professora, é mais do que somente ensinar: “O Catequista não é um professor. Não basta ao catequista ler muitos livros, ter muito conhecimento, se não der testemunho, se não viver. O catequista tem que ter espiritualidade, viver os sacramentos. Não adianta dar uma boa aula, é preciso testemunhar. Preciso passar aquilo que eu vivo. O amor que eu vivo. O Evangelho que eu vivo. Há crianças que chegam na catequese de família católicas e outras que nunca ouviram falar de Jesus, não sabem quem Ele foi e é. Para todas eu preciso ser canal de Deus e do Evangelho”.

Frutos do testemunho

A professora Bernadeth Villar conta que veio para a Igreja por causa da catequese. “Fui para a Igreja aos oito anos de idade sem a participação da minha família. Uma senhora vizinha chamou algumas crianças da rua para fazer catequese e eu segui o fluxo. Nem tinha ideia, na época, do que se tratava. Me lembro com carinho das minhas catequistas, Lourdes e Catarina.”

Bernadeth acabou crescendo na Igreja. Após a Primeira Comunhão veio a perseverança, o Ministério de Música, onde aprendeu a tocar violão e a cantar, o Grupo de Jovens e a Crisma. Hoje, ela é missionária, casada e tem dois filhos. “Por causa da catequese daquela época me encontrei na Igreja Católica, e devo isso também ao testemunho das minhas catequistas, que nos ensinavam as coisas de Deus e nos orientavam. A catequese que eu fiz quando criança me deu a base para ser hoje uma boa cristã. Descobri na Igreja minha segunda família, e nunca mais quis sair dela.”

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