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Papa Francisco abre trabalhos da primeira Congregação Geral do Sínodo dos Bispos

 

Em saudação na 1ª Congregação Geral do Sínodo sobre família, Papa falou sobre atitudes para exercer o espírito de colegialidade

O Papa Francisco abriu os trabalhos da primeira Congregação Geral do Sínodo dos Bispos nesta segunda-feira, 6. O Pontífice falou das duas atitudes necessárias para exercer a colegialidade: falar com clareza, sem temores e escutar com humildade.

O Santo Padre deu as boas-vindas aos padres sinodais e agradeceu a todos os que cooperaram para a realização desta que é a 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo, cujo tema é: “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”.

A responsabilidade dos padres sinodais foi um ponto destacado por Francisco na sua saudação inicial. “Levar as realidades e as problemáticas das Igrejas, para ajudá-las a caminhar naquele caminho que é o Evangelho da família”.

Uma condição de base nesse processo é falar claramente, disse o Papa, tudo aquilo que se sente com parresia. Ele contou que, após o Consistório de fevereiro deste ano, recebeu uma carta de um cardeal, em que este se lamentava pelo fato de alguns cardeais não terem tido coragem de dizer algumas coisas, sentindo que talvez o Papa pensasse algo diferente.

Segundo o Papa, esta não é uma atitude boa, pois é preciso falar com clareza, sem temores. “Ao mesmo tempo, deve-se escutar com humildade e acolher com o coração aberto o que os irmãos dizem. Com essas duas atitudes se exerce a a sinodalidade. Por isto, eu vos peço, por favor, essas atitudes de irmãos no Senhor: falar com parresia e escutar com humildade”.

Francisco também mencionou o espírito de colegialidade que reveste a reunião de cardeais, patriarcas, bispos, sacerdotes, religiosos e leigos para o bem da Igreja e das famílias. Esta sinodalidade foi desejada pelo Papa desde a eleição do relator, do secretário-geral e dos presidentes delegados. Os dois primeiros são eleitos diretamente pelo Conselho pós-sinodal. Já os presidentes delegados são escolhidos pelo Papa, mas Francisco pediu que este mesmo Conselho propusesse nomes. “Eu nomeei aqueles que o Conselho me propôs”, contou.

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