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A mulher do ano foi Nossa Senhora Aparecida

Maria é demonstração daquilo que de mais alto configura a dignidade feminina

Trabalhadora, guerreira, honesta, exemplar, mãe de família, honrada, devota, cristã, a mulher brasileira é um monumento de virtudes, a representação mesma da honestidade e da honradez. Por isso, o único e maior símbolo da mulher brasileira é e será sempre Nossa Senhora Aparecida.

Encontrada há 300 anos nas águas do Rio Paraíba do Sul, a Sagrada Imagem da Virgem da Conceição foi solenemente homenageada em todo o Brasil, de norte a sul, por ocasião de seu tricentenário. E com justiça! Quem fez mais por nosso país que a Mãe de Deus? Visite-se a sala dos milagres em Aparecida e veja-se o quanto fez a Virgem por todo o nosso povo.

Mais que qualquer outro coletivo que reivindique o direito de representar nossas mães e filhas, nossas esposas e irmãs, Maria Santíssima resplandece diante dos olhos de todas as mulheres de nossa terra como o modelo a ser seguido, como a efígie de todos os valores mais altos de que almejam participar.

Contudo, por que essa representatividade é voluntariamente tão emudecida e frequentemente se quer representar a mulher sob traços tão banais, malbaratando-a até o impensável?…

Justamente porque Maria é demonstração daquilo que de mais alto configura a dignidade feminina. Ela é a Rainha por excelência, a Mãe por definição, a santidade mais bem acabada, a beleza, a ternura, a bondade, a feminilidade transfigurada como o reflexo mais puro da perfeição divina… E os profanadores dos nossos dias querem atirar à lama a dignidade feminina.

Neste ano, houve inclusive uma campanha publicitária que insistia no slogan “repense o elogio”, pedindo aos pais que deixassem de chamar suas filhas de princesas. Pois bem, como deixarão de chamá-las assim, olhando juntamente com elas para a Rainha, a Imperatriz do Brasil?

Não há como banalizarmos a mulher enquanto nossos olhares venerarem devotamente a “Mulher do Apocalipse”: “vestida de sol, com a luz debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas”…

Trata-se de um verdadeiro antagonismo, de uma opção a ser feita. E como as opções não são feitas de palavras, mas de vida, a vida das mulheres do Brasil mostra qual modelo querem elas seguir, e este é o da Mãe de Deus, da Virgem Mãe Aparecida.

Sem nenhuma sombra de dúvida, o ano de 2017 ficará marcado para a história pelos cânticos a Maria, pela peregrinação de suas Imagens, pelas lágrimas de comoção diante dela, pelos pés inchados de milhares de romeiros que, à pé, se dirigiram ao seu santuário, pela discreta confissão dos lábios e a silenciosa fé do coração, por este movimento que não pode ser medido pelos índices de mídia nem pela venda de CDs, porque só é percebido por Deus e por Ele recompensado.

É por estes e por muitos outros motivos que, a despeito do que digam os deformadores de opinião, a Mulher do ano (e com maiúscula), foi e sempre será, por todos os anos, Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva,  sacerdote da Diocese de Osasco, pároco da Paróquia São Domingos, licenciado em filosofia, doutor em Teologia Moral, conferencista e autor do livro “Minha Mãe Aparecida”.
Fonte: Aleteia