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Diocese de Osasco

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Diocesanas, Notícias › 12/11/2018

Devoção a Mãe Peregrina avança na Diocese de Osasco

“Eu creio que jamais vai perecer quem permanecer fiel à sua Aliança de Amor.”
(Pe. José Kentenich)

O Movimento Apostólico de Schoenstatt – que começou na Alemanha há mais de 100 anos – encanta o mundo com a imagem da Mãe Peregrina percorrendo lares e estabelecimentos. O movimento está presente nos 5 continentes com mais de 200 centros de espiritualidade e de missão. Na Diocese de Osasco, esse devoção não é diferente, confira.

Movimento Apostólico de Schoenstatt surgiu em meio à guerra e se expandiu pelo mundo

O Movimento Apostólico de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional fundada em 1914, pelo alemão Pe. José Kentenich (1885-1968), na Alemanha. Durante a I Guerra Mundial, junto com seus alunos, Kentenich sela a Aliança de Amor com Maria, suplicando-lhe que torne a pequena capelinha do seminário, em um Santuário de Graças. Aceitando o convite, a Mãe de Deus atraiu muitas pessoas ao Santuário, realizando milagres de conversão e transformando-o em um centro de renovação religioso e moral para a Alemanha e o mundo.

Durante a II Guerra Mundial, em 1941, o fundador foi preso pelos nazistas e levado ao campo de concentração. Sem esmorecer, fundou o Instituto Secular dos Irmãos de Maria e a Obra das Famílias; empenhando-se também pelo crescimento da expansão internacional do Movimento.

 Conquistando novos lares da Diocese de Osasco

É com o lema “Nada sem vós, Nada sem nós”, que a Mãe, Rainha, Vencedora Três Vezes Admirável de Schoentastt vem despertando os corações de muitas famílias da Diocese de Osasco, desde 1991, e tem novos coordenadores a frente desse chamado: José Edileudo Pereira (coordenador diocesano) e Roberto de Campos Damião (coordenador da cidade de Osasco).

Segundo o coordenador Roberto de Campos Damião, o movimento em Osasco perdeu sua força, nos últimos anos, com muitas imagens devolvidas para a sede em Atibaia. No entanto, voltou a florescer dentro do Condomínio São Cristóvão, que tem cerca de 10 mil habitantes. “Em 19 de novembro fará 1 ano que iniciamos a peregrinação da 1ª imagem e hoje já são 4 capelinhas que mensalmente visitam 120 famílias. Esse modelo de evangelização tem se demonstrado comprovadamente eficaz, pois é capaz de unir todos os filhos sob os cuidados de uma mesma Mãe, gera comunhão, fraternidade e amor”, informou Roberto.

“No mesmo dia em que dei meu sim ao convite de ser o novo coordenador de Osasco, providencialmente eu iria buscar a imagem Diocesana da Mãe Peregrina na paróquia São Paulo da Cruz para, no outro dia, levá-la para a próxima paróquia. Ou seja, acabei levando a Mãe para a minha casa. Também, nesse mesmo mês, as 4 capelinhas que temos no nosso condomínio – por motivos diversos – passaram pela minha casa. Tais fatos ilustram que a voz do Divino Mestre continua ecoando e procurando os discípulos amados para apresentar e confiar a eles sua Mãe, como em Jo.19, 26-27: ‘Ao ver Sua Mãe e junto d’Ela o discípulo que Ele amava, Jesus disse à Sua mãe:  Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua Mãe’”, finalizou Roberto.

Missa na Igreja da Comunidade Mãe Peregrina, em Jandira. Crédito: Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Testemunho de fé: Mãe Peregrina ganha igreja em Jandira e reafirma a sua Aliança de Amor

O atual coordenador diocesano da Mãe Peregrina e, também, fundador da Comunidade Mãe Peregrina de Jandira, disse o seu sim em 2002, quando teve uma visão da Mãe Peregrina em um momento de doença grave, no qual pedia que Deus o levasse. “Eu nunca havia aceitado participar dos terços com a minha esposa. Não sabia rezar, não tinha nenhuma ligação com a igreja. Só trabalhava e saía com os amigos. Aí veio a doença e, com ela, a depressão. Mas Nossa Senhora nunca me abandonou e pediu que eu construísse uma Igreja”, afirmou Edileudo que começou a participar dos terços e nunca mais deixou de se dedicar a Deus e Nossa Senhora.

Por meio de doações, a Igreja está sendo finalizada, depois de 12 anos de muita luta e dedicação. “É um projeto muito ambicioso e o seu sucesso se deve à fé do povo, cada um doando o que pode. Eu mesmo, doei o meu carro em prol da igreja, mesmo estando desempregado. E hoje eu estou totalmente curado daquela doença grave. Não tomo mais nenhum remédio graças a Mãe Peregrina”, completou Edileudo, que também é Ministro da Palavra.

Construção da igreja da Comunidade Mãe Peregrina, em Jandira, está em fase final

A obra está em fase final de construção. “O salão comunitário, na parte de baixo está pronto, assim como o acabamento interno da igreja. Falta apenas o salão de catequese na parte de cima e a finalização de acabamento externo. Tudo está sendo feito com o apoio da comunidade, por meio de doações e mutirões”, informou José Edileudo Pereira – coordenador diocesano da Mãe Peregrina e fundador da Comunidade Mãe Peregrina, de Jandira.

Igreja da Comunidade Mãe Peregrina, em Jandira, em fase final de construção. Crédito: Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Edileudo conta, ainda, que ficou 30 anos sem ver a sua mãe, que morava no norte do país. “Eu procurei imagens da Mãe Rainha, mas nenhuma me tocava no coração. Ao visitar minha mãe – depois de várias décadas sem vê-la – pude ver, em sua casa, uma imagem da Mãe Rainha e soube de imediato que era a que tanto procurava. Foi nesse momento, que descobri que minha mãe havia me consagrado a Mãe Rainha, no dia em que meu pai nos abandonou. Eu tinha apenas 30 dias de vida. Ou seja, Nossa Senhora nunca me abandonou e veio ao meu resgate novamente”, finalizou Edileudo em seu testemunho de Aliança de Amor com Maria.

Mãe Peregrina, rogai por nós!

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