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Coleta Nacional da Solidariedade

 

A constituição dos Fundos de Solidariedade passa pelo histórico da Campanha da Fraternidade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada desde 1964, e que convida os católicos para refletir e agir na ajuda aos mais pobres e vulneráveis.

A Igreja pode ser um lugar do anúncio e denúncia de tudo o que pode ferir a dignidade das pessoas, especialmente daqueles que são privados de seus direitos é preciso conquistar políticas sociais (públicas) que garantam uma vida digna aos pobres, ou seja, formas de construir a vida dos cidadãos.

Cabe à Igreja, em sua missão de anunciar Jesus Cristo, e como consequência, chamar a sociedade a ser mais justa; favorecer o diálogo e a ação transformadora, consciente de ser uma das forças vivas da sociedade. A Igreja segue firme sua missão em favor das Políticas Públicas que promova a cidadania e o direito da pessoa.

A CNBB institui o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) e os Fundos Diocesanos de Solidariedade (FDS) para atendimento de demandas a projetos sociais. O FNS e os FDS são formados com os recursos da Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade promovido pela CNBB.

Os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõem o FDS. Os recursos são destinados ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana. Os 40% dos recursos restantes compõem o FNS que são revertidos para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país, ou seja, as que possuem mais recursos contribuem para o desenvolvimento dos povos menos favorecidos.

A Coleta Nacional da Solidariedade acontece em todas as nossas paróquias no Domingo de Ramos, neste ano, no dia 14 de abril.

Fonte: Site Cáritas Brasileira

Fonte: BIO - Boletim Informativo de Osasco